Loja na Nuvemshop ou totalmente em código: quando cada caminho faz sentido
A Fysi faz a loja virtual de dois jeitos. Na Nuvemshop, a loja usa a estrutura pronta da plataforma para catálogo, carrinho, pagamento e frete, com layout, textos e medição feitos para a sua marca. Totalmente em código, a loja é programada do zero, com cada tela e cada regra pensadas para o seu negócio. A escolha sai do briefing, a partir de cinco critérios:
| Loja na Nuvemshop | Loja totalmente em código |
| Catálogo | Painel pronto para produtos, variações, estoque e categorias. A equipe opera desde o primeiro dia | Painel de cadastro construído para o projeto. Vale quando o produto tem regra própria: kit montado pelo cliente, personalização, preço por medida |
| Integrações | As que a plataforma e os aplicativos dela oferecem | Construídas uma a uma, inclusive com sistemas que não têm aplicativo pronto |
| Custo recorrente | Plano da plataforma e tarifas conforme o plano e o meio de pagamento | Hospedagem, taxas do meio de pagamento e contrato de manutenção, sem mensalidade de plataforma |
| Liberdade de layout | Layout próprio dentro da estrutura da plataforma, com o checkout no padrão dela | Qualquer layout e qualquer fluxo de compra, da vitrine ao pós-venda |
| Manutenção | Servidor, segurança e atualizações ficam com a plataforma | Servidor, segurança e atualizações ficam com quem desenvolveu, por contrato |
Quando a Nuvemshop é o caminho
Catálogo de cadastro comum (tamanho, cor, voltagem), venda que precisa começar logo e equipe que vai operar a loja sozinha. A Fysi cuida do que a plataforma deixa em aberto: copy de produto, catálogo organizado, layout próprio, pagamento, frete e medição de cada venda.
Na página de planos da Nuvemshop, consultada em 09/10/2026, há um plano de entrada sem mensalidade e planos pagos por mês, todos com produtos ilimitados. A tarifa sobre vendas feitas com outros meios de pagamento diminui nos planos maiores. Como planos e tarifas mudam, a conta é refeita com a tabela vigente no dia do orçamento.
Quando a loja em código é o caminho
Produto ou jeito de vender fora do padrão: assinatura com regras próprias, orçamento montado na página, preço diferente para atacado e varejo, integração com um sistema interno sem aplicativo pronto. Também quando a marca quer controle total do layout, ou quando tarifas e aplicativos pagos, somados ao longo dos anos, passam do custo de manter uma loja própria.
Em troca, a loja em código precisa de quem cuide dela. Atualizações, segurança e evolução ficam com a Fysi ou com o desenvolvedor que a empresa escolher, por contrato de manutenção. A recomendação chega com o orçamento, com os dois caminhos lado a lado para o seu caso.
O que entra na criação de uma loja virtual
- Briefing estratégico: produtos, margens, ticket médio, público, concorrentes e como a venda acontece hoje.
- Pesquisa de busca: como o cliente procura cada categoria e produto, e quem aparece hoje para esses termos.
- Arquitetura do catálogo: categorias, filtros, atributos e a estrutura de páginas que o Google e o cliente conseguem navegar.
- Copy: página inicial, categorias, produtos principais, modelo de texto para a equipe cadastrar os demais e as páginas de trocas, entrega e perguntas frequentes.
- Design no Figma: inicial, categoria, produto e carrinho desenhados para celular e computador, com a identidade da marca.
- Construção: tema personalizado na Nuvemshop ou loja programada do zero, com pagamento, frete, estoque, e-mails de pedido e integrações testados com compras de teste.
- Base de SEO: títulos e descrições por categoria e produto, dados estruturados de produto, sitemap e Search Console.
- Medição: Google Analytics com eventos de e-commerce, pixel do Meta e tag do Google Ads, conferidos em compra de teste.
- Entrega: 3 rodadas de alterações, treinamento da equipe e 30 dias de suporte. Domínio, contas e acessos no nome da empresa.
Ficam de fora, por padrão: fotografia de produto, cadastro completo de catálogos grandes (pode ser orçado à parte), textos jurídicos finais e os serviços contínuos de gestão de tráfego e otimização de conversão.
Para quem é a criação de loja virtual da Fysi
Para empresas que já vendem produto, pelo balcão, pelo Instagram ou pelo WhatsApp, e querem uma loja que venda com menos atendimento manual. Também para marcas que começam com um catálogo enxuto e preferem a estrutura certa desde o início.
No portfólio, a Coco & Mar, loja de moda praia, abre com a campanha da estação, traz os benefícios da loja (primeira troca grátis, frete grátis e desconto no Pix) e segue com vitrines de novidades com preço, menu de categorias e carrinho. O método é o mesmo das páginas que vendem direto, como as da Ótica Cristal e do Pace Pro Club: o texto responde a dúvida antes do botão, e cada clique é medido.
Se o produto depende de conversa para fechar, o ponto de partida é a criação de sites. Se é um produto só, a landing page com checkout resolve. Se a loja precisa conversar com um sistema interno que ainda não existe, o projeto pode andar junto com um sistema sob medida.
Como funciona na prática
O cronograma sai com o orçamento, calculado pelo número de produtos, pelas integrações e pelo caminho escolhido. As reuniões acontecem por videochamada.
- Primeira conversa: você conta o que vende, quantos produtos tem e como a venda acontece hoje. A gente responde com o caminho recomendado (Nuvemshop ou código) e o orçamento.
- Briefing e arquitetura: reunião guiada, pesquisa de busca e a estrutura do catálogo aprovada por você.
- Copy: textos das páginas principais e dos produtos de destaque, em documento, para aprovação.
- Design: as telas chegam no Figma, da inicial ao carrinho, em celular e computador.
- Construção e integrações: loja montada ou programada, pagamento, frete e estoque configurados, pedidos de teste de ponta a ponta.
- Publicação e treinamento: loja no ar no domínio da empresa, equipe treinada e 30 dias de suporte. Na loja em código, o contrato de manutenção começa depois desse período.
Quanto custa uma loja virtual
O valor do projeto depende do tamanho do catálogo, das integrações (gestão, nota fiscal, transportadoras, marketplaces), do caminho escolhido e do material que a empresa já tem. A loja em código pede um investimento inicial maior, porque tudo é construído; a da Nuvemshop parte de uma estrutura pronta. Depois do ar, na Nuvemshop entram o plano e as tarifas da plataforma; na loja em código, hospedagem e manutenção. Nos dois casos, ficam as taxas do meio de pagamento e o domínio. A comparação feita para alguns anos de operação costuma decidir o caminho.
O projeto é pago uma vez, e as contas ficam no nome da empresa. O guia quanto custa um site profissional explica os fatores que valem para qualquer projeto. Para o valor do seu caso, clique em "Quero uma loja virtual" e conte o que você vende.