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CRO e mapa de calor

Design thinking: o que é e como aplicar as cinco fases na conversão

O método organiza a solução de um problema em cinco fases, sempre a partir de quem usa o site. Veja como cada fase vira uma etapa do trabalho de conversão.

· Designer de landing pages e fundadora da Fysi Lab Digital

· Atualizado em · 5 min de leitura

Capa do post: Design thinking: o que é e como aplicar as cinco fases na conversão
Neste artigo
  1. O que é design thinking?
  2. Quais são as cinco fases do design thinking?
  3. Como o design thinking se aplica à otimização de conversão?
  4. O que a equipe ganha com o método
  5. Perguntas frequentes
  6. Hipóteses e testes para a página que recebe o seu tráfego

Design thinking é uma abordagem para resolver problemas a partir das necessidades de quem usa o produto ou o site. O trabalho passa por cinco fases: empatia, definição, ideação, prototipação e teste. Na otimização de conversão, elas correspondem a pesquisar o visitante, delimitar o obstáculo, levantar hipóteses, montar a nova versão da página e testar.

O que é design thinking?

É um modo de trabalhar que coloca o usuário no centro de cada decisão. O ponto de partida é o problema de quem usa a página, e o gosto de quem cria fica em segundo plano.

O processo é colaborativo. Designers, redatores, desenvolvedores e o próprio cliente participam, e cada um traz a sua vivência com o público. Essa soma de pontos de vista aumenta a empatia da equipe com o usuário.

O método serve para produtos e serviços de qualquer segmento. A colaboração gera as ideias, e a escolha entre elas passa por estudo, análise e teste, como acontece na otimização de conversão (CRO). O modelo de cinco fases mais difundido é o da d.school, o instituto de design da Universidade Stanford.

Quais são as cinco fases do design thinking?

Empatia, definição, ideação, prototipação e teste, nessa ordem. O resultado de um teste costuma levar a equipe de volta a uma fase anterior para ajustar a solução.

1. Empatia: estudar quem usa

A equipe conhece o usuário antes de propor qualquer mudança. Entram aqui a pesquisa com usuários e as reuniões para juntar o que se sabe sobre o problema. A pergunta que guia a fase: como cada elemento da página ajuda a pessoa a resolver o que veio resolver?

2. Definição: escrever o problema

O material da pesquisa vira um problema delimitado, em uma frase. “O visitante abre a página de agendamento e sai antes de enviar o formulário” é um problema definido. “O site vende pouco” ainda é um sintoma.

3. Ideação: levantar soluções

Com o problema escrito, a equipe se reúne para propor soluções e escolher os caminhos que seguem adiante. As ideias escolhidas viram hipóteses: o que muda na página e que efeito se espera.

4. Prototipação: dar forma à ideia

As ideias viram um rascunho da interface, com os elementos que respondem ao problema. O protótipo é provisório e existe para ser alterado. Ver a solução desenhada em um wireframe revela falhas que a conversa deixa passar.

5. Teste: colocar na frente do usuário

O teste mostra o que funciona, aponta novos problemas e indica as correções. É comum o projeto voltar à prototipação para ajustes e ser testado de novo.

Como o design thinking se aplica à otimização de conversão?

As duas práticas seguem o mesmo raciocínio: partir do usuário, decidir com dados e validar com teste. Uma página pensada para quem usa tende a converter mais, porque remove os obstáculos entre o visitante e a ação.

FaseNo trabalho de conversãoRecursos comuns
EmpatiaObservar como o visitante usa a páginaMapa de calor, gravação de sessão, entrevista
DefiniçãoApontar onde e por que ele desisteAnálise de funil, análise heurística
IdeaçãoEscrever e priorizar hipótesesLista de hipóteses
PrototipaçãoMontar a variação da páginaWireframe, layout
TesteComparar a versão nova com a atualTeste de usabilidade, teste A/B

A análise heurística apoia a fase de definição: avalia a interface por critérios objetivos e mostra o que precisa mudar. Na fase de teste, o teste de usabilidade revela em que ponto as pessoas se perdem.

Experiência do usuário e conversão andam juntas porque as duas colocam a pessoa no centro, como mostra o texto sobre a relação entre UX e CRO. Os princípios de design para conversão explicam como criar interfaces funcionais.

O que a equipe ganha com o método

O design thinking melhora o modo de trabalhar, além do resultado da página:

  • as áreas colaboram mais e se envolvem com o projeto;
  • o processo fica mais ágil, porque os erros aparecem no protótipo;
  • cada teste alimenta a rodada seguinte, em melhoria contínua;
  • o cliente participa das fases e interage mais com a equipe.

As soluções aprovadas viram padrão para todas as páginas quando são registradas em um design system.

Perguntas frequentes

Design thinking é só para designers?

É para a equipe inteira. O método é colaborativo e reúne design, redação, desenvolvimento e o cliente. Cada pessoa traz o que sabe sobre o público, e essa soma de vivências melhora a compreensão do problema e a qualidade das soluções que chegam ao protótipo.

Qual é a ordem das fases do design thinking?

Empatia, definição, ideação, prototipação e teste. Primeiro a equipe estuda o usuário, depois delimita o problema, levanta soluções, desenha a escolhida e testa. O percurso tem idas e vindas: o resultado do teste costuma devolver o projeto à prototipação para correções.

Qual é a relação entre design thinking e CRO?

Os dois partem do usuário, decidem com dados e validam com teste. Na otimização de conversão, a empatia vira pesquisa e mapa de calor, a definição vira diagnóstico, a ideação vira lista de hipóteses, a prototipação vira a variação da página e o teste vira teste A/B.

Hipóteses e testes para a página que recebe o seu tráfego

A Fysi Lab Digital faz otimização de conversão com mapa de calor, gravação de sessão, hipóteses e teste A/B. Veja também os sites e as landing pages no portfólio.

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