Como aumentar as vendas online: 7 ajustes no site e 26 dicas práticas
Vender mais pela internet depende das páginas do site e de quem atende o cliente. Veja o que ajustar primeiro e 26 dicas tiradas do trabalho de Aaron Ross, Philip Kotler, Richard Lazazzera e Jeff Walker.
Karine Sackt · Designer de landing pages e fundadora da Fysi Lab Digital
· Atualizado em · 17 min de leitura

Neste artigo
- Quais são os caminhos para vender mais pela internet?
- 7 ajustes no site que ajudam a vender mais
- Como melhorar a experiência do usuário para vender mais?
- 26 dicas para aumentar as vendas, por quem estuda o assunto
- Como saber quais dicas estão funcionando?
- Perguntas frequentes
- Um site preparado para vender mais
Para aumentar as vendas online, trabalhe quatro frentes: conquistar clientes novos, vender mais vezes para quem já comprou, elevar o valor de cada pedido e manter o cliente por mais tempo. No site, isso começa por conhecer o público, aparecer no Google, escrever com clareza, facilitar a navegação e responder rápido a quem tem dúvida.
Quais são os caminhos para vender mais pela internet?
Existem quatro formas de aumentar as vendas, e toda ação de marketing ou do time comercial se encaixa em uma delas:
- Conquistar clientes novos.
- Vender mais vezes para os clientes atuais.
- Aumentar o valor de cada compra, o chamado ticket médio.
- Manter o relacionamento com o cliente por mais tempo.
A combinação que funciona melhor muda de empresa para empresa. A loja com muito tráfego e pouca venda ganha mais ajustando as páginas. A empresa que quase ninguém encontra precisa, antes, aparecer nas buscas. Por isso este guia tem duas partes: primeiro os ajustes no site, depois as dicas de quatro especialistas para o time comercial, o marketing e o e-commerce.
7 ajustes no site que ajudam a vender mais
São sete pontos que cobrem o caminho do cliente, da pesquisa no Google ao clique no botão de compra:
- Revisar quem é o público.
- Aparecer no Google.
- Escrever com foco comercial e clareza.
- Cuidar da experiência de quem navega.
- Mostrar prova de que o produto entrega.
- Responder rápido, no canal do cliente.
- Ter uma chamada para ação clara em cada página.
1. Revise quem é o seu público
O primeiro ajuste é conhecer melhor quem compra. O perfil, o comportamento e o problema do cliente, reunidos no que o marketing chama de persona, orientam todo o resto: o texto, a oferta e o canal de atendimento.
Muita empresa monta a persona dentro da sala de reunião e nunca telefona para um cliente. Vale ligar. Na conversa, você percebe o tom de voz mudar quando o assunto incomoda e nota o alívio quando alguém dá nome ao problema. É assim que se descobre o que tira o sono de quem compra.
Reserve um tempo para refazer esse estudo, mesmo que ele já exista. Faça uma pesquisa, de preferência em conversa direta. Colete respostas até enxergar um padrão e registre em um documento as características do cliente ideal. Algumas empresas dão nome e história a esse personagem, o que facilita o entendimento de toda a equipe.
Para somar dados de ferramentas digitais à pesquisa, veja como definir o público-alvo.
2. Apareça no Google quando o cliente pesquisa
Estar entre os primeiros resultados orgânicos do Google traz ao site pessoas que já procuram o que você vende. Os primeiros resultados ficam com a maior parte dos cliques, e muita gente encerra a busca antes de chegar à segunda página.
Em parte das buscas, o Google também exibe no topo a Visão geral criada por IA, um resumo com links para os sites usados como fonte (blog do Google, junho de 2025). Aparecer entre essas fontes também conta a favor do site.
O seu cliente pesquisa o tempo todo sobre o problema que enfrenta e sobre as formas de resolver. O trabalho de SEO (otimização para mecanismos de busca) coloca o site nessas pesquisas. É um trabalho de longo prazo, porque o Google avalia muitos fatores antes de posicionar uma página. Um serviço de SEO para sites encurta o caminho, e o guia sobre como aparecer no Google mostra por onde começar.
Quando as visitas crescem, entra a otimização de conversão (CRO, de Conversion Rate Optimization), o trabalho de fazer uma parte maior desses visitantes comprar.
3. Escreva para vender, com clareza
O site faz o serviço de um vendedor: apresenta o produto, responde às objeções e pede a ação. Páginas com argumentos convincentes estão entre os pontos que mais pesam no resultado.
A escrita com foco comercial, feita para levar o leitor a agir, tem nome: copywriting. Entenda o que é copywriting e conheça as técnicas que aumentam as conversões. No dia a dia, três cuidados melhoram qualquer página:
- Título claro e objetivo. Ele diz logo qual é o produto ou serviço e, de preferência, o benefício.
- Texto em blocos curtos. Parágrafos de até três linhas, subtítulos, listas e frases curtas deixam a leitura leve.
- Palavras simples. Linguagem complicada confunde quem lê.
4. Cuide da experiência de quem navega
Uma boa experiência reúne três qualidades: utilidade, usabilidade e desejabilidade. Um modelo conhecido no design organiza as três em uma pirâmide:
- Na base, a utilidade. O produto, o serviço ou o site precisa servir para alguma coisa na vida do cliente.
- No meio, a usabilidade. Precisa ser fácil de usar.
- No topo, a desejabilidade. Precisa despertar a vontade de ter.
O raciocínio vale para a navegação no site e também para o uso do produto ou do serviço. A seção sobre experiência do usuário, mais abaixo, traz cinco ações práticas.
5. Mostre prova de que o produto entrega
Depoimento de quem já comprou é uma das formas mais diretas de gerar confiança. Mesmo acostumado a comprar pela internet, quem está prestes a fechar costuma duvidar se o produto vale o que custa, e a experiência de outro cliente ajuda nessa decisão.
Peça depoimentos sinceros e publique no site. Quando o relato vem de uma empresa conhecida e respeitada, a confiança de quem lê aumenta. Esse recurso se chama prova social. Em áreas com regra própria de publicidade, como saúde e advocacia, confira antes o que o conselho da profissão permite. Para clínicas e consultórios, há um guia sobre depoimentos e avaliações de pacientes.
6. Responda rápido, no canal que o cliente usa
Estar disponível significa atender no lugar em que o cliente está, e com rapidez. Descubra por qual canal ele prefere falar e organize a equipe em torno disso:
- Se as mensagens chegam pelas redes sociais, reforce a equipe que responde por lá.
- Se o WhatsApp é o canal preferido, monte uma escala para que sempre haja um vendedor atento às conversas.
- Se o telefone toca o dia inteiro, coloque mais gente no atendimento por voz.
Cliente com dúvida e sem resposta rápida vai procurar a solução no concorrente.
7. Dê a cada página uma chamada para ação clara
CTA (do inglês call to action, chamada para ação) é o link ou o botão que leva o visitante a fazer o que você espera: comprar, pedir orçamento, chamar no WhatsApp. Uma página bem otimizada perde vendas quando o CTA é fraco.
Um botão escrito “comprar produto” no fim da página raramente basta. Ao criar o CTA, observe três pontos:
- Escreva uma ação que traga benefício, como “Vender mais” ou “Aumentar vendas online”.
- Use no botão uma cor que contraste com o fundo.
- Seja breve: o texto do botão resume a oferta em poucas palavras.
Veja em detalhe como escrever e posicionar o botão de ação.
Como melhorar a experiência do usuário para vender mais?
Cinco ações melhoram a experiência do cliente no site e, com ela, as vendas: ir direto ao ponto, ouvir os usuários, acelerar o carregamento, funcionar bem no celular e dar espaço ao layout.
Vá direto ao ponto
O visitante decide em segundos se fica na página. Um estudo do Nielsen Norman Group, de 2011, mostrou que as pessoas costumam sair de uma página em 10 a 20 segundos e que os primeiros 10 segundos são os decisivos. Revise o conteúdo, tire as distrações e deixe à vista, logo no começo, o que a página oferece.
Ouça quem usa o site
A pesquisa com usuários é uma fonte direta de ideias de melhoria. Pergunte o que a pessoa acha da página, se os elementos estão claros e bem distribuídos e se alguma função dá trabalho.
As três camadas da pirâmide servem de roteiro para a conversa. A pessoa entende para que o site serve naquele momento? Consegue usar com facilidade? Sente vontade de comprar? Para completar as respostas com o comportamento observado, um mapa de calor mostra onde os visitantes clicam e até onde rolam a página.
Acelere o carregamento das páginas
O tempo que a página leva para abrir pesa muito na experiência. O PageSpeed Insights, ferramenta do próprio Google, mede o desempenho da página e indica os pontos a melhorar. Ele mostra também as Core Web Vitals, métricas que o Google usa para avaliar a experiência na página.
Garanta que o site funcione bem no celular
Site responsivo é o que se adapta à tela do celular e do tablet e continua fácil de usar. Além de atender quem compra pelo telefone, isso importa para a busca: o Google usa a versão para celular das páginas para indexar e posicionar o site. Veja os erros mais comuns de otimização de conversão no celular.
Use espaço em branco no layout
Espaço em branco é a área vazia entre os elementos da página. Os designers dizem que ele deixa o layout respirar: mantém a atenção no conteúdo e torna o design mais legível. A página inicial do Google é o exemplo mais conhecido. Quase toda a tela fica vazia, e o que sobra conduz a uma única ação, a pesquisa.
26 dicas para aumentar as vendas, por quem estuda o assunto
As 26 dicas vêm de quatro fontes. A maioria é objetiva e rápida de pôr em prática. Algumas são conceituais e servem para planejar as ações, principalmente na internet.
| Dicas | Fonte | Assunto |
|---|---|---|
| 1 a 12 | Aaron Ross, ex-diretor da Salesforce, e Marylou Tyler, no livro Predictable Revenue (Receita Previsível) | Organização do time comercial |
| 13 e 14 | Philip Kotler, no livro Marketing 4.0 | Marketing na era digital |
| 15 a 19 | Richard Lazazzera, fundador da incubadora online A Better Lemonade Stand | E-commerce |
| 20 a 26 | Jeff Walker, no livro Launch | Gatilhos de persuasão |
Dicas 1 a 12: time comercial, com Aaron Ross e Marylou Tyler
As doze primeiras dicas organizam quem vende: a divisão de funções, o que medir e como conduzir a conversa com o cliente.
1. Separe prospecção de fechamento. Com especialistas em prospectar e especialistas em vender, cada grupo faz a sua parte melhor e com mais eficiência.
2. Pratique a venda consultiva. O papel do vendedor é descobrir se a solução ajuda de fato aquela empresa. A pressão por fechar negócio em toda conversa sai de cena.
3. Meça o que gera negócio. Troque o indicador de ligações feitas pelo de leads gerados a partir delas. Lead é o contato de alguém que demonstrou interesse no que você vende.
4. Ligue para quem tem interesse. Use indicações e o trabalho dos especialistas em prospecção para falar com quem já mostrou interesse no produto ou no serviço. A ligação fria, feita para quem nunca ouviu falar da empresa, sai da rotina.
5. Divida os vendedores em três funções, além da prospecção:
- Qualificadores: fazem o primeiro contato com o lead e verificam se vale seguir com a venda.
- Closers: fecham a venda. Entendem a necessidade do cliente e mostram o valor da solução para ele.
- Farmers: os “cultivadores”. São os gerentes de conta, que cuidam da retenção dos clientes e do aumento do volume vendido.
6. Concentre a prospecção. Escolha poucas empresas e trabalhe bem cada uma. Dez tentativas de contato com dez empresas rendem mais do que uma tentativa com cem.
7. Investigue o primeiro “não”. Insista com delicadeza e procure entender o motivo da recusa.
8. Tire do funil quem está fora do perfil. Quem tem pouco a ganhar com a sua solução ocupa espaço no funil de vendas (a sequência de etapas até a compra) e toma tempo do vendedor. Abra mão desse contato.
9. Busque conversas significativas. São as que fazem o cliente avançar uma etapa no funil, mesmo quando a venda fica para depois. Elas terminam com o próximo passo marcado: reunião, telefonema ou outra forma de contato.
10. Pergunte “por quê?”. A pergunta ajuda o cliente a enxergar o problema que quer resolver e as soluções possíveis. A sua pode ser uma delas.
11. Fale primeiro do problema do cliente. As características do produto vêm depois. Reserve uma parte generosa do relacionamento para descobrir o que ele precisa resolver.
12. Invista em sucesso do cliente (customer success). Depois da venda, trabalhe para que a solução seja útil e traga resultado ao negócio de quem comprou. É o ponto de partida de um bom pós-venda.
Se a sua empresa vende para outras empresas por loja virtual, veja também como aumentar a conversão no e-commerce B2B.
Dicas 13 e 14: marketing na era digital, com Philip Kotler
As duas dicas de Kotler são conceituais. Elas ajudam a planejar onde colocar esforço e verba de marketing.
13. Conquiste os três tipos de influenciadores. No livro, a publicidade de interrupção, como o anúncio de TV, perde força para a recomendação entre pessoas. Três grupos espalham a marca, e cada um garante uma “fatia” (share):
- Quem vive na internet: pessoas com muitos seguidores e fãs. A recomendação delas rende heart share, uma fatia do coração do público.
- Jovens: adotam as tecnologias novas antes dos outros e gostam de espalhar novidades. Rendem mind share, uma fatia da mente do público.
- Mulheres: analisam várias opções em busca da melhor solução antes de decidir. Rendem market share, a fatia de mercado.
14. Troque os 4 Ps pelos 4 Cs. O composto de marketing clássico (produto, preço, praça e promoção) ganha uma versão para o ambiente digital:
| Antes (4 Ps) | Agora (4 Cs) | O que muda |
|---|---|---|
| Produto | Cocriação (co-creation) | O cliente colabora e dá retorno durante a criação. O resultado são produtos e serviços ajustados à demanda. |
| Preço | Moeda (currency) | O preço passa a variar como uma moeda, conforme a demanda e o perfil de quem compra. É o preço dinâmico. |
| Praça | Ativação comunitária (communal activation) | A venda passa por pessoas e plataformas próximas do comprador: grupos de WhatsApp, marketplaces como o Mercado Livre, programas de afiliados de grandes lojas. |
| Promoção | Conversa (conversation) | A comunicação vira via de mão dupla. Conteúdo e interação online com os clientes geram mais vendas do que o anúncio tradicional. |
Outro modelo de preço comum no digital é a assinatura. Clubes de consumo, com seleções mensais de produtos, e softwares vendidos como serviço (SaaS) geram receita recorrente todo mês.
Dicas 15 a 19: e-commerce, com Richard Lazazzera
As cinco dicas seguintes são práticas e voltadas para quem tem loja virtual.
15. Ofereça upsell no checkout. No momento em que o cliente fecha o pedido, apresente uma oferta que aumente o valor da compra. É uma forma direta de elevar o ticket médio. Veja exemplos de upsell em lojas virtuais.
16. Convide o leitor do blog a assinar a newsletter. Um pop-up exibido durante a leitura de um artigo ajuda a gerar mais leads. Thrive Leads e Hello Bar são exemplos de ferramentas desse tipo.
17. Escreva para quem abandonou o carrinho. Envie um e-mail personalizado a quem saiu antes de concluir o checkout. A abordagem mais efetiva pergunta o motivo da desistência, oferece ajuda e sugere outro produto. Repetir a mesma oferta rende menos. O tema continua em como reduzir o abandono de carrinho.
18. Crie ofertas para os clientes mais fiéis. Deixe claro que a condição existe só para clientes como ele e aproveite para pedir sugestões de melhoria na loja. Quem é ouvido passa a se sentir um consultor da empresa e tende a defender e divulgar a marca.
19. Faça uma oferta na saída. As ferramentas da dica 16 detectam, pelo movimento do mouse, que o visitante vai deixar o site. Nesse instante, um pop-up com uma oferta especial pode segurar a venda.
Dicas 20 a 26: gatilhos de persuasão, com Jeff Walker
As sete últimas dicas usam gatilhos mentais, princípios de persuasão que valem para o site e para o discurso de vendas. O assunto é aprofundado nos posts sobre técnicas de persuasão e psicologia e sobre recompensa e punição na conversão.
20. Autoridade. Conteúdo publicado, formação acadêmica e conquistas na carreira mostram que você domina o assunto. As pessoas passam a querer ouvir o que você tem a dizer.
21. Confiança. A autoridade faz você ser ouvido, e a consistência mantém o público. Informação falha ou pouco confiável leva as pessoas a parar de acreditar.
22. Reciprocidade. Quem recebe algo sente vontade de retribuir. Um e-book gratuito em troca do contato é o exemplo clássico. Conteúdo, sugestões e dicas criam essa disposição.
23. Comunidade. As pessoas gostam de pertencer a um grupo. Selos para os melhores clientes, categorias premium e outros mecanismos de inclusão fazem o cliente se sentir parte do negócio.
24. Antecipação. Pré-lançamento, edição limitada para quem compra antes de o produto estar disponível (pre-order) e revelações aos poucos criam expectativa em torno da novidade e ampliam a divulgação.
25. Conversa. As pessoas querem ser ouvidas. Responda sempre nas redes sociais e abra espaços de discussão em que elas possam opinar e sugerir. Mostre que a opinião delas importa.
26. Prova social. Depoimentos de clientes e casos de sucesso mostram que o produto é respeitado e reforçam a sua autoridade. É um recurso muito usado em landing pages. Veja como criar uma landing page e que tamanho ela deve ter.
Como saber quais dicas estão funcionando?
Aplique poucas mudanças por vez e acompanhe os números. Assim fica claro qual dica trouxe resultado e qual pode sair da lista. Três cuidados ajudam:
- Comece pelas dicas ligadas à frente mais fraca do negócio: clientes novos, recompra, ticket médio ou tempo de relacionamento.
- Registre as ações importantes do site, como clique no botão, envio de formulário e compra, com eventos no Google Analytics.
- Observe o comportamento nas páginas principais com os relatórios de heat map, que mostram o que recebe atenção e o que é ignorado.
Perguntas frequentes
Qual é a forma mais rápida de aumentar as vendas online?
As ações mais rápidas mexem no que já existe: revisar o título, o texto e o botão de ação das páginas principais, oferecer upsell no checkout e enviar e-mail a quem abandonou o carrinho. SEO e pesquisa com o público levam mais tempo e sustentam as vendas no longo prazo.
Preciso de mais visitantes para vender mais?
Depende de qual é a frente mais fraca. Vender mais passa por quatro caminhos: clientes novos, recompra, ticket médio maior e relacionamento mais longo. Se o site já recebe visitas e vende pouco, comece pelo texto, pela experiência de navegação e pela chamada para ação. Se quase ninguém chega, comece pelo SEO.
O que é venda consultiva?
É a venda em que o vendedor investiga, antes de tudo, se a solução ajuda de fato o cliente. No livro Predictable Revenue, Aaron Ross e Marylou Tyler recomendam falar primeiro do problema do cliente, perguntar “por quê?” e tirar do funil quem está fora do perfil.
Quais gatilhos mentais ajudam a vender pela internet?
Os sete reunidos aqui, a partir do livro Launch, de Jeff Walker, são autoridade, confiança, reciprocidade, comunidade, antecipação, conversa e prova social. No site, eles aparecem em depoimentos de clientes, em materiais gratuitos oferecidos em troca do contato, em pré-lançamentos e nas respostas dadas nas redes sociais.
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